Franquia De Ex-MasterChef Fatura 40 Mil Por Mês Com Ute

27 Apr 2019 02:02
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<h1>CVC, Ri Happy E Outras Marcas Famosas Abrem Franquia; Veja mais Op&ccedil;&otilde;es</h1>

<p>No momento em que surgiram no Brasil, nos anos 90, os programas de milhagem eram uma forma cara de as companhias a&eacute;reas incentivarem a lealdade de seus fregu&ecirc;ses. Com a evolu&ccedil;&atilde;o e o barateamento da tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o, essa ferramenta de fideliza&ccedil;&atilde;o chegou a outros setores, como o banc&aacute;rio e o de varejo, e j&aacute; cruza a divisa em dire&ccedil;&atilde;o &agrave;s pequenas e m&eacute;dias empresas. Redes regionais de supermercados e postos de gasolina, pet shops e drogarias, entre outras corpora&ccedil;&otilde;es, est&atilde;o aderindo a esse tipo de plataforma afim de conhecer mais tua clientela e alavancar vendas.</p>

<p>Ao inv&eacute;s de desenvolver uma estrutura pr&oacute;pria, a maioria das pequenas e m&eacute;dias recorre Confira As Novidades Da Luta: Fifa 15 X Pes 2018 , que prov&ecirc; a infraestrutura e os servi&ccedil;os necess&aacute;rios para clientes de diferentes portes. Lan&ccedil;ada em 2011 por um grupo de ex-executivos do Unibanco, a Netpoints gerencia a pontua&ccedil;&atilde;o de 8,5 milh&otilde;es de fregu&ecirc;ses, que exercem parcela da apoio de clientes de mais de 200 lojistas.</p>

<p>Entre as organiza&ccedil;&otilde;es atendidas na Netpoints, h&aacute; desde grandes varejistas — como a Marisa — at&eacute; redes regionais de postos de combust&iacute;veis (Quality e Bola Branca) e supermercados (Varandas e Semar). Melhores Websites Pra Ganhar Dinheiro Na Internet Os varejistas regionais n&atilde;o ir&atilde;o entrar sozinhos numa plataforma de fideliza&ccedil;&atilde;o. O investimento &eacute; grande e esse n&atilde;o &eacute; o core business (neg&oacute;cio principal) deles”, sustenta Carlos Formigari, presidente da Netpoints.</p>

<p>A Fam&iacute;lia Construiu Neg&oacute;cio Em Quarto E Prontamente Fatura R$ 2,5 Mi e m&eacute;dia organiza&ccedil;&atilde;o — argumenta Formigari — &eacute; a probabilidade de mapear os h&aacute;bitos de consumo do fregu&ecirc;s e, a partir da&iacute;, montar um relacionamento com ele, aumentando o faturamento do lojista. No Brasil, a ideia de usar uma mesma plataforma de fideliza&ccedil;&atilde;o pra responder v&aacute;rios parceiros remonta aos fim dos anos 90, no momento em que foi lan&ccedil;ado o Smart Club, programa que englobava consumidores de Bradesco, Shell e Lojas Americanas.</p>
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<li>Necessita-se trabalhar na divulga&ccedil;&atilde;o da marca</li>
<li>Comprar instrumentos seguros para sair passear com os animais</li>
<li>Aplique o marketing de conte&uacute;do</li>
<li>Moda (R$ 21 bilh&otilde;es)</li>
<li>Capital pra Instala&ccedil;&atilde;o: De cinco mil reais a trinta e cinco 1000 reais</li>
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<p>Encerrado em 2004, o programa chegou a atingir o patamar de 2,tr&ecirc;s milh&otilde;es de cart&otilde;es emitidos. Na &eacute;poca, os altos custos tecnol&oacute;gicos — que inclu&iacute;am a emiss&atilde;o de cart&otilde;es com chip — ajudaram a enterrar o Smart Club. A despeito de a plataforma compartilhada contribua para reduzir os custos do lojista, o programa de fideliza&ccedil;&atilde;o, mesmo terceirizado, tem embate a respeito do valor t&eacute;rmino dos produtos.</p>

<p>“Em vez de dar desconto no valor t&eacute;rmino, o varejista podes doar um proveito, porque s&oacute; o pre&ccedil;o pequeno n&atilde;o fideliza”, reitera Maur&iacute;cio Rodrigues Alves, presidente da Affinion Brasil. No estado h&aacute; 2 e meio, a organiza&ccedil;&atilde;o americana tem entre seus compradores redes de m&eacute;dio porte nos segmentos de brinquedos (Ri Happy) e livros (Martins Refer&ecirc;ncias), al&eacute;m de empresas de e-commerce (Eba Livros e MegaMamute). “Estamos seguindo no Brasil o que ocorreu h&aacute; 10 anos nos Estados unidos e na Europa.</p>

<p>Os produtos viraram commodities. Duzentos milh&otilde;es, por esse ano. Para Marcelo Cherto, consultor especializado no setor de varejo, a queda nos custos pra estruturar programas de fidelidade &eacute; inegavelmente uma not&iacute;cia positiva para as pequenas e m&eacute;dias redes. Mas ter acesso a ferramentas de gest&atilde;o de relacionamento com o cliente (CRM, pela sigla em ingl&ecirc;s) &eacute; s&oacute; quota da solu&ccedil;&atilde;o no momento em que se trata de acrescentar as vendas, adverte ele. “N&atilde;o basta ter acesso ao dado do comprador, &eacute; preciso us&aacute;-lo.</p>

<p>O big data &eacute; uma inevitabilidade para os grandes bancos. ](dados tradicionais)”, diz o presidente do Grupo Cherto. Segundo ele, apesar de a maioria das empresas se dizerem usu&aacute;rias de software de CRM, apenas uma parcela &iacute;nfima utiliza de fato este tipo de ferramenta. “E, Como Abrir Uma Franquia, Passo A Passo fazem uso de CRM, um percentual ainda menor usa corretamente os recursos de gest&atilde;o de relacionamento com o cliente”, confessa Cherto.</p>

<p>Paralelamente &agrave; vit&oacute;ria de novos consumidores de m&eacute;dio e nanico porte, a Netpoints continua a crescer entre os grandes. A come&ccedil;ar por dezesseis de junho, a corpora&ccedil;&atilde;o passa a ser respons&aacute;vel por programa de fidelidade das mais de 400 lojas da Marisa espalhadas pelo na&ccedil;&atilde;o. Nada mal para quem, h&aacute; dois anos, come&ccedil;ou atendendo 7 lojas da varejista na regi&atilde;o de Mogi das Cruzes. Pros brasileiros, o emprego de sistemas de internet banking fornece bem mais riscos do que as compras na internet.</p>

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